19.4.15

19 anos após o massacre de Eldorado do Carajás
19 anos do massacre que chocou o mundo

19 anos após o massacre de Eldorado do Carajás

 Dizem que os conflitos da humanidade surgiram no momento em que o primeiro homem cercou um pedaço de terra e falou que era propriedade do mesmo. Por séculos os povos se mataram pelo controle e posse da terra. Eis que chega o estado democrático de direito e garante, entre outras coisas, o direito à terra, para quem nela trabalha. Porém, o direito à propriedade e à lei do dinheiro manda mais do que qualquer outra escala de valor humana.

Foi em meados dos anos 90’, em um lugar esquecido por Deus, pelos governantes e só lembrado por grandes latifundiários, mineradores e pelo camponês pobre: o sul do estado do Pará. Conhecido pela sua imensidão, povoado até a atualidade por índios, quilombolas e dominado por grandes fazendeiros e jagunços. Uma verdadeira terra sem lei. Afirmação seria verdadeira, porém a lei existe e é fortemente aplicada, principalmente quando é conveniente a lei do mais forte.

CAMINHANDO

No dia do massacre, cerca de 2.500 sem terra estavam no sétimo dia de uma marcha que deveria ir até a capital do Pará, Belém, começada no dia 10 de abril.
A marcha era um  contra a demora na desapropriação de uma área que eles ocupavam na Fazenda Macaxeira, em Curionópolis. Seguiria de Curionópolis até a capital pela Rodovia Estadual PA-150 (hoje Rodovia Federal BR-155), que liga Belém ao sul do Estado.
Trabalhadores sem terra do sul do estado do Pará – Foto: Sebastião Salgado
Trabalhadores sem terra do sul do estado do Pará – Foto: Sebastião Salgado
O protesto atraía a imprensa e preocupava os fazendeiros da região, que se uniram para pressionar o governo.
O então governador Almir Gabriel, do PSDB, e seu secretário de Segurança Pública, Paulo Sette Câmara, acabaram ordenando que a polícia parasse a marcha a qualquer custo. E o custo foi alto, doloroso e covarde.

O MASSACRE

E foi no trecho de uma rodovia, em um lugar que ficou conhecido como a Curva do S, no dia 17 de abril de 1996, na cidade de  dos Carajás, sul do Estado do Pará, que a PM do estado promoveu um massacre contra camponeses do , matando pelo menos 21 pessoas.
Sob o comando do coronel Mario Colares Pantoja e do major José Maria Pereira de Oliveira, por volta das 17 horas daquela tarde sangrenta, os 155 policiais envolvidos abriram fogo com espingardas, fuzis e semi metralhadoras contra os trabalhadores. Entre os 21 mortos, alguns apresentavam marcas de pólvora em volta dos furos das balas, indicando tiros à queima roupa. Outros foram mutilados com facões e foices.
Além dos 19 mortos daquele dia, outras três pessoas morreriam em consequência dos ferimentos sofridos durante o massacre. Ao todo, 69 pessoas ficaram feridas. Muitos convivem com balas alojadas no corpo até hoje, além do trauma e da perda de familiares e companheiros de luta.
Ilustração retratando o massacre pelo chargista Carlos Latuff
Ilustração retratando o massacre pelo chargista Carlos Latuff
O comando da operação estava a cargo do coronel Mário Colares Pantoja, que foi afastado, no mesmo dia, ficando 30 dias em prisão domiciliar, determinada pelo governador do Estado, e depois liberado. Ele perdeu o comando do Batalhão de Marabá. O ministro da , Andrade Vieira, encarregado da reforma agrária, pediu demissão na mesma noite, sendo substituído, dias depois pelo senador Arlindo Porto.
Uma semana depois do massacre, o Governo Federal confirmou a criação do Ministério da Reforma Agrária e indicou o então presidente do Ibama, Raul Jungmann, para o cargo de ministro. José Gregori, que na época era chefe de Gabinete do então ministro da Justiça, Nelson Jobim, declarou que “o réu desse crime é a polícia, que teve um comandante que agiu de forma inadequada, de uma maneira que jamais poderia ter agido”, ao avaliar o vídeo do confronto.
O então presidente Fernando Henrique Cardoso determinou que tropas do Exército fossem deslocadas para a região em 19 de abril com o objetivo de conter a escalada de violência. O presidente pediu a prisão imediata dos responsáveis pelo massacre.

MEMÓRIA

Após o massacre, o dia 17 de abril passou a marcar o Dia Mundial da Luta pela Terra. A Fazenda Macaxeira, cujo dono foi um dos mandantes da matança, foi desapropriada finalmente e hoje abriga o assentamento de nome: 17 de Abril.
O Monumento Eldorado Memória, projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer para lembrar as vítimas do massacre dos sem-terra, inaugurado no dia 7 de setembro de 1996, em Marabá, foi destruído dias depois. Um dos líderes dos sem-terra do Sul do Pará afirmou que a destruição foi encomendada pelos fazendeiros da região. O arquiteto disse que já esperava por isso. “Aconteceu o mesmo quando levantamos o monumento em homenagem aos operários mortos pelo Exército na ocupação da CSN, em Volta Redonda, no Rio de Janeiro”, comentou.
Porém, eventualmente 19 árvores mortas, uma para cada vítima, foram encontradas e dispostas formando o contorno do mapa do Brasil. Assim, em abril de 1999, na curva do S, local do massacre, mais de 800 sobreviventes construíram um monumento em homenagem aos 19 sem-terra mortos. O trabalho foi denominado de “As castanheiras de Eldorado dos Carajás”.
No centro do monumento, abaixo dos troncos das árvores, foi colocado um altar, intitulado pelos militantes de Altar de Protesto, uma espécie de tronco de castanheira cercado por 69 pedras pintadas de vermelho. No altar está cravada uma placa, com o nome dos 19 mortos no dia 17 de abril de 1996, como forma de homenagem.
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Monumento das castanheiras na curva do S – Foto: Reprodução
O Sonho e o Tempo
(Ademar Bogo)
O sonho se fez tempo
Plantado sobre a teimosia que se fez berço
Para dar vida ao guerreiro que decidiu nascer.
São quinze anos de tempo e mais de sonhos
Que a voz do povo buscou chamar a terra
E se fez força da paz fazendo guerra.
Batalhas marcam os dias
Os livros marcam a história
Os hinos as alegrias.
O pranto também faz parte desse longo caminhar
Cumpre o papel de regrar o sinhô tão valente
De quem acreditou que plantando sangue renasceria
E em cada passo que o povo daria…
Nas vitórias viveria eternamente
E a terra feito um lençol macio se estende
Oferecendo seu colo umedecido
Ainda expondo os destroços da última batalha.
Mas isso é seguir em frente e querer mais
Forjar novas gerações
Mesmo que custe sacrifício às atuais.
E os olhos do sol se abrem para fazer amanhecer
Nas quatro pontas do eito empoeirado
Com marcas de latifúndios entocaiados
Erguem-se homens, mulheres e meninos
Riscando com um sopro a linha do destino
E marcam as próprias mãos
Com calos que lhe dão dignidade
É a terra que resgata o ser humano
Plantando na consciência
Coragem e resistência
Para fazer nascer a solidariedade
E os mantos de lonas escaldantes
Se desenrolam para formar cidades
Sem muros nem dor da gente errante
Cada qual desenhando seu lugar
Deixando a porta aberta para a linha do horizonte
Onde está a bandeira envaidecida
Chamando com sua dança para seguir adiante
Agora sobre a terra escrevem-se com enxadas
Palavras que formam fartura e unidade
Não haverá mais fome nem tristeza
O vale ressecado volta a ter beleza
E a voz entoa louvando a liberdade
Os lábios sorridentes deixam cair a saliva adocicada
Misturada com o caldo da cana que escorre tão perfeito
Não haverá outras faces mais felizes
Do que estas penetradas de valores com raízes
Que nascem da alegria do coração
Do sonho e da paixão
Que cada um de nós
Planta em nosso peito.
                                                                                 Fonte: Diário da Manhã

18.4.15

Minas da Vale param e trabalhadores reivindicam fim das demissões e cortes de benefícios



Só após uma semana de mobilização e com a paralização ocorrida na madrugada de hoje, 15, quando 12 mil trabalhadores contratados pela Vale não puderam chegar ás minas da região a mineradora decidiu receber representantes da categoria para discutir suas reivindicações.
Na opinião de Raimundo Amorim, o popularmente conhecido como Macarrão, a Vale vem demitindo trabalhadores de forma “covarde” além de cortar benefícios como, por exemplo, o 14º e 15º salários. Ele é presidente do Sindicato Metabase que representa os trabalhadores na mineração industrial em vários municípios paraenses, entre eles, Parauapebas, Curionópolis, Canaã dos Carajás e Marabá. “O mercado de minério vem passando por uma crise de retração de consumo de minério de ferro. A mineradora está usando o momento para fazer terrorismo na cabeça dos trabalhadores”, conta Macarrão, explicando que as demissões tem atingido os trabalhadores que salários mais elevados e com mais de 10 anos de contratados que são substituídos por mão de obra mais barata. Ele mensura que pelo menos 300 trabalhadores estão sendo demitidos por semana nas minas da Vale na região.
O corte dos 14º e 15º salários, conforme detalha Macarrão, significa por ano pelo menos R$ 42 milhões a menos de dinheiro no mercado da região, o que ele qualifica com perda generalizada, acentuado a crise que já é sentida por todos os mercados, inclusive imobiliário. Outra denúncia feita pelo líder sindical é a colocação de Relógio de Ponto longe dos locais de embarques, o que causa, ainda segundo ele, perdas diárias para os trabalhadores que no fechamento da folha mensal sente no valor de seus salários. “Estamos aproveitando também o momento para inserir uma cláusula neste acordo que assegure estabilidade aos trabalhadores a exemplo do que já ocorre nas montadoras de veículos em São Paulo, onde a justiça fez voltar 800 trabalhadores demitidos, graças a uma cláusula que os ampara”, afirma Macarrão, lembrando que esta não é a primeira crise que as mineradoras  enfrenta, e conta que na década de 90 com uma inflação de 42% ao mês  e o minério vendido a $ 40 a tonelada, foi possível fazer vários acordos para preservar empregos. Ele cita que um dos acordos feitos na época foi férias coletivas para os trabalhadores, período em que eles faziam cursos e tinham certeza do retorno ao trabalho.

Ele raciocina que as férias coletivas poderia ser, de novo, uma ótima alternativa, pois com a parada na produção provocaria a escassez do produto o que consequentemente o valorizaria. “A atual administração da Vale está fazendo caminho inverso e em meio à retração do mercado estão acelerando a produção e mandando demitir para cortas gastos. Queremos conversar como alto escalão da empresa, pois entendemos que neste momento o melhor é desligar os equipamentos”, resume Macarrão, contando que a empresa não estava cedendo à conversações, mas com a manifestação iniciada à 3h da manhã de hoje foram convidados a comparecer na sede da empresa na sexta-feira, 17, para discutir as reivindicações.  “Suspendemos as paralizações e mobilizações apenas enquanto discutimos com o alto escalão da Vale, e caso não sejamos atendidos, voltaremos à luta em defesa dos pais de famílias injustiçados”, garante Macarrão.




É possível viver sem dormir?

Uma pessoa que atingir 78 anos terá passado nove deles assistindo televisão, quatro anos dirigindo e quase 25 anos de sua vida dormindo


Da BBC Future
É incrível pensarmos que, segundo alguns cálculos, uma pessoa que atingir 78 anos terá passado nove deles assistindo televisão, quatro anos dirigindo, 92 dias no banheiro e 48 dias fazendo sexo. Mas nada supera o sono: aquela pessoa terá levado quase 25 anos de sua vida dormindo.
Muitos de nós acreditamos se tratar de uma perda de tempo e se pergunta: quanto tempo aguentamos sem dormir? E quais as consequências de não desfrutar do sono?
Qualquer pessoa saudável que planeje descobrir as respostas por sua própria experiência terá dificuldades em executá-lo. “A vontade de dormir é tão forte que ela chega a superar a vontade de comer”, afirma Erin Hanlon, professora no Centro de Sono, Metabolismo e Saúde da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos. “O cérebro simplesmente embarca no sono, apesar de todos os esforços conscientes para espantá-lo.”

Dormir para quê?
O motivo exato pelo qual a vontade de dormir é tão forte ainda é um mistério. “A função precisa do sono ainda precisa ser desvendada”, afirma Hanlon. Ela acrescenta, no entanto, que algo no sono parece “zerar” os sistemas em nosso organismo.
Além disso, alguns estudos demonstraram que o sono rotineiro e adequado ajuda a curar doenças, fortalece o sistema imunológico, melhora o metabolismo e traz muitas outras vantagens. É por isso que nos sentimos bem ao acordarmos de uma noite bem dormida.
Por outro lado, a falta de sono pode estar ligada a um maior risco de diabetes, problemas cardíacos, obesidade, depressão e outras doenças. Para evitar esses males, nosso corpo envia sinais desagradáveis quando adiamos ou encurtamos o descanso: a energia acaba, o andar se torna cambaleante, as pálpebras pesam sobre os olhos doloridos.
E quanto mais resistimos a dormir, perdemos a capacidade de concentração e de memória. Se ignorarmos esses efeitos e passarmos dias e dias acordados, nossas mentes começam a se desequilibrar. Alterações de humor, paranoias e alucinações tomam conta. “É uma espécie de loucura”, define Atul Malhotra, diretor de medicina do sono da Universidade da Califórnia em San Diego.
Muitos estudos documentaram o declínio do organismo que sofre que privação do sono. O nível de hormônios causadores do estresse, como a adrenalina e o cortisol, aumenta, fazendo a pressão arterial subir.
Enquanto isso, o ritmo cardíaco se altera e o sistema imunológico começa a esmorecer, segundo Malhotra. “Esses indivíduos passam a se sentir cada vez mais ansiosos e têm maior risco de contrair doenças”, afirma.
A boa notícia é que esses efeitos não são permanentes e podem desaparecer ao se colocar o sono em dia. “Os danos são reversíveis”, afirma Jerome Siegel, professor do Centro para a Pesquisa do Sono da Universidade da Califórnia em Los Angeles.

Insones extremos
Mas o que fazer quando o sono nunca vem? Uma rara doença genética conhecida como insônia familiar fatal (IFF) nos dá um quadro macabro das consequências da falta de sono extrema.
Apenas cerca de 40 famílias em todo o mundo possuem o gene da IFF. Um defeito nesse gene faz com que proteínas no sistema nervoso se deformem em príons, perdendo sua funcionalidade normal.
“Os príons são proteínas com formas estranhas que embaralham a vida dessas pessoas”, explica Malhotra. Eles se aglomeram no tecido neural, matando-o e formando cavidades no cérebro (exatamente como no caso da doença priônica mais conhecida do mundo, a síndrome de Creutzfeldt-Jakob).
Uma das áreas particularmente atingidas em indivíduos com IFF é o tálamo, região profunda do cérebro que controla o sono. Por isso, alguns passam dias sem dormir. Ao fim de algumas semanas, entram em uma espécie de adormecer superficial, apresentando sonambulismo ou movimentos musculares involuntários. A situação pode levar à perda de peso e à demência, e culminaria na morte.
Nem no ‘Guinness’
É possível que, ao saber de tudo isso, muitos de nós acabem desistindo de testar nossos limites sem dormir. Mas uma questão ainda está no ar: quanto tempo aguentamos acordados?
O registro mais citado é o do americano Randy Gardner, que, para uma experiência para a feira de Ciências de sua escola, ficou 264 horas sem dormir – ou pouco mais de 11 dias, segundo cientistas que o monitoraram durante esse tempo. Gardner tinha 17 anos e o experimento ocorreu em 1964.
Muitos outros relatos, pouco ou mais inacreditáveis, surgiram desde então em várias partes do mundo. Mas ninguém conseguiu estabelecer um número de horas definitivo. Talvez isso seja uma boa coisa. Ciente dos danos graves provocados pela falta de sono contínua, o Livro Guinness dos Recordes eliminou esse tipo de competição na década passada.


6.4.15

5 TÉCNICAS INFALÍVEIS PARA AUMENTAR O PRAZER FEminino

Crédito Gabriel Rocha – Caricaturista
Técnica numero 1: 
MÃOS MOLHADAS
Faça sua parceira sentar-se em uma cadeira confortável na cozinha. Certifique-se que ela consegue ver muito bem tudo que você faz. Encha a pia da cozinha com água e adicione algumas gotas de detergente para louça com aroma. Segurando uma esponja macia, submersa suas mãos na água e sinta sua pele ser envolvida pelo líquido até que a esponja esteja bem molhada…Agora, movendo-se devagar e gentilmente, pegue um prato sujo do jantar, coloque-o dentro da pia e esfregue a esponja em toda a superfície do prato.Vá esfregando com movimentos circulares até que o prato esteja limpo. Enxague o prato com água limpa e coloque-o para secar. Repita com toda a louça do jantar até que sua parceira esteja gemendo de prazer.
Técnica numero 2: 
VIBRANDO PELA SALA
É um pouco mais difícil do que a primeira, mas com algum treino você vai fazer com que sua parceira grite de prazer:Cuidadosamente apanhe o aspirador de pó no lugar onde ele fica guardado.Seja gentil, demonstre a ela que você sabe o que está fazendo. Ligue-o na tomada, aperte os botões certos na ordem correta. Vagarosamente vá movendo-se para frente e para trás, para frente e para trás… por todo o carpete da sala. Você saberá quando deve passar para uma nova área.Vá mudando gradativamente de lugar. Repita quantas vezes seja necessário até atingir os resultados.
Técnica numero 3: 
CAMISETA MOLHADA
Este joguinho é bem fácil, embora você precise de mente rápida e reflexos certeiros. Se você for capaz de administrar corretamente a agitação e a vibração do processo, sua parceira falará de sua performance a todas as amigas dela:Você precisará apenas de duas pilhas. Uma pilha com as roupas brancas, e outra pilha com as coloridas. Encha a máquina de lavar com água e vá derramando gentilmente o sabão em pó dentro dela (para deixar a mulher ofegante, use exatamente a quantidade recomendada pelo fabricante).Agora, sensualmente coloque as roupas brancas na máquina… uma de cada vez…. devagar. Feche a tampa e ligue o ‘ciclo completo’. Sua companheira vai ficar extasiada. Ao fim do ciclo, retire as roupas da máquina e estenda-as para secar. Repita a operação com as roupas coloridas…
Técnica numero 4: 
O QUE SOBE, DESCE
Esta é uma técnica muito rapidinha. Para aqueles momentos em que você quer surpreendê-la com um toque de satisfação e felicidade. Pode ter certeza, ela não vai resistir. Ao ir ao banheiro, levante o assento do vaso. Ao terminar, abaixe novamente. Faça isso todas às vezes. Ela vai precisar de atendimento médico de tanto prazer.

Técnica numero 5: 
GRATIFICAÇÃO TOTAL
Cuidado: colocar em prática esta técnica pode levar sua companheira a um tal estado de sublimação que será difícil depois acalmá-la, podendo causar riscos irreversíveis a saúde da mulher. Esta técnica leva algum tempo para o seu aperfeiçoamento. Empenhe-se com afinco. Experimente sozinho algumas vezes durante a semana e tente surpreendê-la numa sexta-feira à noite. Funciona melhor se ela trabalha fora e chega cansada em casa..Aprenda a fazer uma refeição completa. Seja bom nisso. Quando ela chegar em casa, convença-a a tomar um banho relaxante (de preferência aromático em uma banheira de água morna que você já preparou). Enquanto ela está lá, termine o jantar que você já adiantou antes dela chegar em casa.

Após ela estar relaxada pelo banho e saciada pelo jantar, execute a Técnica nº. 1.

30.3.15

São Luís (MA)

I Encontro Nacional do Movimento Hip Hop Militante Quilombo Brasil ocorre de 2 a 4 de abril


Movimento Hip Hop Quilombo Brasil realizará encontro histórico na cidade de São Luís


No período de 02 a 04 de abril a cidade de São Luís, capital do Maranhão alcunhada de “ilha rebelde”, será palco de um encontro de Hip Hopmilitante que deverá entrar para história deste movimento no país. O encontro pretende reorganizar o Movimento Hip Hop Quilombo Brasil que foi fundado em 2010. Com o tema“Fortalecer o Hip Hop para organizar a periferia na luta contra as opressões e o capitalismo!” o encontro pretende reunir delegações de pelo menos oito estados da federação com aproximadamente 150 ativistas da cultura Hip Hop, entre delegados e convidados.

A entidade anfitriã do encontro é nada mais nada menos do que o Movimento Hip HopOrganizado do Maranhão “Quilombo Urbano”, organização que em 2014 completou 25 anos de existência, uma das mais antigas do Brasil.
Nos três dias de encontro serão debatidos temas como conjuntura política, o extermínio da juventude negra, luta contra as opressões (de raça, gênero e orientação sexual), produção cultural e autogestão no Hip Hop, método de organização, etc.

 O encontro acontecerá num contexto de polarização política e de acirramento da luta de classe e de raça em nosso país, o que aumenta ainda mais a importância de sua realização.  A expectativa dos organizadores e das delegações que se farão presente é de elevar o MHMQB a um grande pólo de organização política e cultural da juventude negra e pobre do país frente aos ataques dos governos e do grande capital.


Fundado em 2009, o Movimento Hip Hop Militante Quilombo Brasil (MHMQB) é uma entidade político-cultural de âmbito nacional que utiliza os três principais elementos da cultura Hip Hop (O break, expressão corporal, o grafite, arte visual e o rap, o canto falado) como instrumento de conscientização e mobilização da juventude negra e pobre da periferia para lutarem contra a exploração e toda forma de opressão.

Como princípios basilares, o MHMQB não aceita verbas do Estado e de grandes empresas, justamente para manter completa autonomia política e independência financeira perante o Estado capitalista e sua burguesia. Como alternativa, o MHMQB faz da autogestão sua principal política financeira, utilizando artefatos produzidos pelos próprios membros da cultura Hip Hop (CD, camisetas, materiais grafitados, adesivos, promoções de shows para arredarão de finanças, etc.), além de contar com parcerias financeiras entidades do campo combativo.

Grandes campanhas foram empreendidas pelo MHMQB em seus cinco anos de existência como o “Hip Hip do Bem Pela Retirada das Tropas da Onu do Haiti”, “Pelo da Guerra Interna na Periferia”, “Contra o Extermínio da Juventude Negra” construção das “Marchas da Periferias” e outros atos e eventos encabeçados por sindicatos e organizações populares e de esquerda.

Os coletivos de Hip Hop de diversos estados do Brasil que compõem o Quilombo Brasil tem como principal forma de organização as chamadas posses que funcionam como células políticas e culturais de cada um desses coletivos nos bairros. Aproximadamente seis coletivos estaduais formam o MHMQB (Quilombo Urbano de São Luís e Chapadina-MA, Ministério das Favelas – Caxias-MA, Nós por Nós-CE, Principio Ativo-PI, Nova Tropa de Zumbi-AL), mas há uma grande expectativa de que essa organização estenda suas ações para mais sete estados da federação nos próximos meses fazendo com que a mesma se transforme na maior organização de Hip Hop militante do país.

Esse processo é fruto das reuniões realizadas pelo MHMQB com quase 100 ativistas de Hip Hop de diversos estados do Brasil durante a realização I Encontro de Negros e Negros da CSP-Conlutas ocorrido no dia 23 de março da cidade de São Paulo-SP.

Dentre os coletivos que compõe o MHMQB e que foi uma de suas entidades fundadoras destaca-se o Movimento Hip Hop Organizado do Maranhão que no ano de 2014 completou 25 anos de existência, uma das mais antigas entidades de Hip Hop do Brasil.

Como deliberação da reunião ampliada realizada na cidade de SP e para coroar as comemorações de 25 anos do Movimento Hip Hop Organizado do Maranhão “Quilombo Urbano” o MHMQB propõe a realização do seu I Encontro Nacional na cidade de São Luís-MA no período de 2 a 4 de abril de 2015.
Todo apoio!

Professores do Estado do Pará iniciam greve com assembleia e ato em Belém (PA)

26/03/2015


Greve foi decidida pela categoria semana passada e conta com o apoio de pais e estudantes

Mesmo debaixo de uma forte chuva característica do inverno amazônico, os professores da rede estadual do Pará deram início oficialmente à greve decidida pela categoria na semana passada. Mais de 2.500 trabalhadores da educação participaram da assembleia realizada nesta quarta-feira (25), às 9h, em São Brás, pelo Sindicato dos Professores do Estado do Pará (SINTEPP), que contou também com o apoio de estudantes da rede pública e pais de alunos.

greve dos professores estaduais do Pará

O movimento de paralisação por tempo indeterminado da categoria tem como principal reivindicação a exigência de que o governador do Pará, Simão Jatene (PSDB) pague o piso salarial dos professores que está atrasado desde janeiro, além da manutenção das aulas suplementares sem redução de salários, eleição direta para diretor e implementação do Plano de Carreira Unificada. Cerca de 80% da categoria, aderiu ao movimento grevista.


Greve dos professores estaduais do Pará 2 como Objeto Inteligente-1
A greve começou a ser organizada pela categoria desde segunda-feira (23) quando os professores reuniram-se com estudantes explicando os motivos que os levaram à paralisação. Na terça-feira (24), foi a vez dos pais dos alunos participarem de reuniões nas escolas com a categoria. Na assembleia de quarta-feira (25), estudantes de algumas escolas estaduais como a escola Augusto Meira, umas das maiores de Belém estavam presentes com cartazes em apoio e solidariedade à greve dos professores. Eles chegaram à assembleia cantando: “O professor é meu amigo, mexeu com ele, mexeu comigo”.

greve dos professores estaduais do Pará 1

Pouco mais de 10h, a categoria saiu em passeata com carro-som, fechando a Avenida Almirante Barroso, principal via de entrada e saída de Belém e se dirigindo até a Secretaria de Administração do estado (SEAD). Durante o ato, os professores receberam o apoio e a solidariedade de diversas pessoas nas ruas, de operários da construção civil que trabalhavam em obras próximas. Gilmar Mendes, diretor, representando o Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil de Belém, filiado à CSP-Conlutas, esteve presente no ato e falou no carro-som que os operários do setor estão apoiando a greve dos professores.

O pedagogo e especialista em educação, Antônio Diniz, disse em entrevista que a situação da educação pública no Pará é lamentável. Enquanto Jatene cria uma secretaria especial para sua filha, os professores e alunos sofrem com escolas sucateadas, com a falta de merenda escolar, falta de livros didáticos, e outras coisas. Ele denunciou que Jatene quer mexer na jornada dos professores, o que acaba mexendo também com os seus vencimentos. O atraso do pagamento do piso, que deveria ser reajustado em 13,01%, gera revolta e indignação já que governo sinalizou pagar só no fim de abril e não há perspectivas de os professores receberem os retroativos correspondentes a janeiro, fevereiro e março. “A categoria não vai aceitar parcelamento de piso”, disse Antônio.

No meio do ato, a TV Liberal, filiada à Rede Globo, foi expulsa pela categoria por ter chamado em seu jornal, os professores de trapaceiros e mafiosos. Josyanne Quemel, professora que constrói a Oposição Luta Educador, filiado à CSP-Conlutas, disse que quem mente é a Liberal e Jatene, e que a luta dos professores é em defesa da educação pública.

O ato terminou em frente à SEAD, onde a categoria votou uma agenda de lutas para os próximos dias e sua participação em massa, amanhã, no dia 26 de março, dia nacional em defesa da educação pública. A greve começou e começou forte.

Carga de madeira é apreendida em Parauapebas pela Polícia Civil

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Não é a primeira vez que madeira de procedência desconhecida e ilegal é apreendida em Parauapebas, fato que, segundo o delegado Tiago Carneiro, acontece com certa frequência e só não tem dado publicidade para não atrapalhar as investigações.
Desta vez, por força de denúncia, foi preso em flagrante Geraldo Pires Lima por crime ambiental. De acordo com informações colhidas na 20ª Seccional Urbana de Polícia Civil de Parauapebas, o suspeito estava trafegando na rodovia Faruk Salmem com uma carga de madeira ilegal e sem autorização dos órgãos competentes.
Apresentado o flagrado disse não ser dono da mercadoria e ter apenas sido incumbido do transporte. Outros detalhes são mantido em sigilo de justiça para não atrapalhar as investigações.
O veículo com a madeira, agora objeto do crime, estão à disposição no pátio da 20ª Seccional e Geraldo Pires detido na cadeia pública local, enquanto se conclua as investigações que deverá incriminar todos os envolvidos no esquema.
Flagrante recente – Em abril do ano passado sete caminhões com 28 toras de madeira sem licença para transporte foram apreendidos no município de Parauapebas, sudeste do Pará. A apreensão foi realizada por policiais civis de Belém, que realizam operações na região de prevenção e combate a crimes, e da Seccional Urbana de Parauapebas.
Os veículos foram apreendidos em duas estradas vicinais conhecidas como Garimpeiros das Pedras e do Rio Preto, situadas a 10 km da rodovia principal. A apreensão aconteceu no momento em que a equipe de investigadores de Parauapebas levantava informações sobre um crime ocorrido na cidade. Eles descobriram que havia caminhões posicionados estrategicamente nas estradas, com toras de madeira. Diante disso, duas equipes, coordenadas pelo delegado Marcos Lemos, se deslocaram ao local e descobriram, inicialmente, um caminhão abandonado com três toras de madeira. Mais adiante, os policiais encontraram outros quatro caminhões e uma caminhonete, onde estavam cinco pessoas, que, segundo a polícia, tomavam conta dos veículos.
Outros dois caminhões surgiram logo em seguida no local e também foram apreendidos com madeira da essência castanheira, que é protegida por Lei. Cada veículo transportava uma média de 3 a 5 toras de madeira. Enquanto os policiais estavam na estrada, apareceu o madeireiro conhecido por Macarrão, que se identificou como dono de quatro dos caminhões apreendidos. Os veículos com as madeiras foram levados, em comboio, para a Seccional Urbana da Polícia Civil, em Parauapebas.
Fotos: Divulgação / Polícia Civil
Fonte: Pebinha de Açucar
Vale pode “vender” Carajás

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Que a mineração de ferro na mina chamada de S11D, em Canaã dos Carajás, é a nova menina dos olhos da Vale, isso não é novidade. Mas o que dizer do impensável: que a mineradora pode ter de se desfazer de um dos seus emblemáticos ativos de minério de ferro, na medida em que o preço da principal commodity continua em queda no mercado internacional! A avaliação de que a gigante terá de fazer opções está num relatório divulgado nesta sexta-feira (27) pelo Deutsch Bank.
O assunto foi divulgado ontem pelo blogueiro Zé Dudu, de Parauapebas. Em um cenário de minério de ferro a US$ 45 a tonelada até final de 2017, “estimamos que Vale poderia ter um déficit de financiamento de US$ 10 bilhões”, diz o analista do Deutsche Bank, Wilfredo Ortiz.
O documento diz, ainda, que “quedas maiores e mais rápidas que o esperado nos preços do minério de ferro, combinadas com reduções nos custos operacionais, resultaram em um balanço de pagamentos precário da Vale”.
Em uma situação com esta, vender ativos é uma opção melhor para cobrir a necessidade de financiamento do que se endividar. “Sob as condições atuais do mercado, apenas os ativos mais valorizados podem ser vendidos sem destruir valor”, afirma o relatório.
Em outro trecho, o documento diz que a “Vale deveria considerar vender uma pequena participação em seu Sistema Norte, as joias da coroa, em um esforço para fortalecer seu balanço de pagamentos”.
“Pelas nossas estimativas, a venda de participação de 15% ou 20% poderia levantar US$ 8 bi ou US$ 10 bi, o suficiente para cobrir a maior parte dos US$ 11 bi necessários em investimento de capital e escorar o balanço de pagamentos para enfrentar praticamente qualquer turbulência no mercado de minério de ferro”, declara o documento da Deutsch.
Desinvestimentos
Essa é uma outra estratégia já vem sendo seguida há alguns anos e ajudou a aumentar o lucro líquido de R$ 115 milhões em 2013 para R$ 954 milhões em 2014. No ano passado, a empresa já reduziu os investimentos em US$ 2,25 bilhões em relação a 2013.
A lista para os próximos desinvestimentos foi divulgada no Vale Day. Para este ano, a empresa pretende desinvestir ou vender ativos na sua joint venture de carvão e na de fertilizantes, na sua operação na Indonésia (PVTI) na MRS Logística e na Mineração Rio do Norte, de bauxita.
Com as vendas e desinvestimentos, a Vale pretende se concentrar mais em seus negócios centrais, eliminar ativos que não estejam rendendo conforme o esperado e gerar caixa.
www.zedudu.com.br